A relação com a alimentação nem sempre está ligada apenas à necessidade física de comer. Muitas vezes, sentimentos como ansiedade, estresse e tédio influenciam diretamente o comportamento alimentar. Por isso, saber diferenciar a fome física da fome emocional é essencial para uma alimentação mais consciente e equilibrada.
A nutricionista Herlene Secco explica que a fome física surge de forma gradual, ao longo do tempo, e pode ser saciada com diferentes tipos de alimentos. Além disso, quando a pessoa se alimenta, há uma sensação de satisfação.
Já a fome emocional aparece de maneira repentina e costuma vir acompanhada de um desejo específico — geralmente por doces ou alimentos mais calóricos. Esse tipo de fome está diretamente ligado a estados emocionais como ansiedade, estresse e tédio, e pode, inclusive, gerar sentimento de culpa após a alimentação.
Diante dessas situações, a orientação é fazer uma pausa antes de comer e refletir: é fome ou emoção? Ouvir o próprio corpo é um passo importante para desenvolver uma relação mais saudável com a alimentação.
Entre as estratégias recomendadas, está a identificação dos sentimentos no momento em que surge a vontade de comer. Além disso, é possível buscar alternativas para lidar com essas emoções, como exercícios de respiração, caminhadas ou conversas.
A nutricionista também destaca que comer envolve emoções — e isso é natural. O importante é fazer escolhas mais saudáveis nesses momentos. Ter alimentos práticos e nutritivos à disposição pode ajudar a evitar o consumo impulsivo de opções menos saudáveis.
- Entre as sugestões estão frutas já picadas e armazenadas para facilitar o consumo, como abacaxi, morango e melancia. Outra alternativa é o consumo de iogurte com frutas ou uma pequena porção de granola. Frutas como banana e laranja também são boas opções para o dia a dia.
- As oleaginosas, como castanha-do-pará, castanha de caju e amêndoas, também podem ser consumidas, desde que com moderação, devido ao seu alto valor calórico — a recomendação é, em média, cinco unidades.
- Outro ponto fundamental é a ingestão de água. Manter-se hidratado contribui para a sensação de saciedade e pode ajudar a reduzir a ansiedade. A orientação é consumir, em média, 35 ml de água por quilo de peso corporal, garantindo assim melhor equilíbrio do organismo.
Diferenciar a fome física da fome emocional é um passo importante para cuidar da saúde e do bem-estar. Com atenção aos sinais do corpo e pequenas mudanças de hábito, é possível construir uma relação mais equilibrada com a alimentação.
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